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Quem te conhece mais: os algoritmos ou seu ciclo social?
Publicado originalmente no Portal Escritor Brasileiro: Leia na íntegra: No último Natal recebi familiares e amigos em casa, entre abraços, pratos compartilhados e risadas que pareciam ecoar de outros natais, trocamos alguns presentes como manda o ritual dessas datas. Nada muito grandioso, coisas do cotidiano, na verdade: livros, canetas especiais,… →
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Traços do Cotidiano: entre o comum e o extraordinário
Publicado originalmente no livro “Sinais do Mundo: Primeiro Concurso Rubem Alves de Literatura Gênero Crônica”, organizado por Marcela Comelato, Maria Amélia Moscom e Severino Antônio. O texto ficou em 11º lugar no Concurso. Editora: Farol das Letras, Campinas – SP, 2025.ISBN 978-65-84584-40-2 170 páginas, 16×23 cm Leia na íntegra: No… →
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O sertão não abandona seus nomes
Publicado originalmente no Portal Escritor Brasileiro: Leia na íntegra: O sertão não abandona seus nomes. Pode até parecer que sim, quando a estrada fica longa demais, quando as casas fecham suas portas e janelas, quando os alpendres ficam vazios onde antes havia cadeiras e redes, mas nome de lugar não… →
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Antes que a cidade desperte
Publicado originalmente no Portal Escritor Brasileiro: Leia na íntegra: As manhãs de férias têm um som diferente. Não sei bem se é o barulho que muda, talvez seja a ausência dele que nos ensina a escutar com mais atenção. A rua ainda dorme quando a janela se abre, e o… →
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E a uva-passa? A delicadeza de não opinar
Publicado originalmente no Portal Escritor Brasileiro: A conversa começa leve. A mesa está quase pronta, alguém confere se o arroz ainda precisa de sal, outro pergunta a que horas a carne sai do forno. Até que, inevitavelmente, surge ela. A uva-passa. Pequena, aparentemente inofensiva, mas capaz de transformar a ceia… →
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Vi Dom Casmurro no grupo da família
Publicado originalmente no Portal Escritor Brasileiro: Leia na íntegra: Capitu deu um “coração” numa foto no grupo da família às 2h47 da madrugada. A imagem, enviada pela prima Mirtes, mostrava uma criança vestida de anjinho segurando um cartaz com a frase: “Família é tudo!”. Não sei o que Capitu quis… →
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Notas de um silêncio
O fim não começou com uma briga. Começou com um intervalo, desses que surgem entre uma palavra e outra, quando o amor já se cansou de procurar explicações.Primeiro veio o silêncio do olhar. Depois, o da casa. Agora os objetos soam como instrumentos desafinados: o copo esquecido na pia, a… →
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O silêncio que mora nas entrelinhas de uma crônica
Publicado originalmente no Portal Escritor Brasileiro: Leia na íntegra: Às vezes, o espaço em branco, o não-dito, pesam mais do que a palavra escrita ou anunciada. Tenho muitos cadernos, cadernetas e blocos de anotações no escritório de casa. Talvez mais da metade limpos, cheios de espaços em branco que insistem… →
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A última palavra da manhã
A chaleira começou a cantar quando a luz ainda era uma coisa pálida encostada no azulejo. Caio levantou a tampa, o vapor subiu como um segredo sem dono, e a cozinha assumiu o cheiro de café que sempre abre os dias como se fossem cartas. Ele gostava desse instante em… →
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Na varanda, ficar não é verbo, é sentimento
Não era aniversário, nem feriado, nem luto. Era só domingo. Um dia frio, meio cinza. Um daqueles dias que parecem pedir pra gente não fazer nada, mas fazer junto. Um a um, chegaram devagar. Ninguém avisou, tampouco combinou. Só vieram. A campainha tocou e, quando abri a porta, havia uma… →